quinta-feira, 30 de maio de 2013

SUPLEMENTAÇÃO

quinta-feira, 30 de maio de 2013 - by Unknown 0



Trazendo aqui mais um assunto interessante,ao meu ver,hoje em dia tem um grande número de adeptos de academias e não é só o homem que utiliza da academia para ficar em forma,mas também as mulheres.
 Impressionado, eu fico,cada vez mais com as mulheres que freqüentam as academias,nas inscrições para o campeonato cearense realizada pela “PODIUM ACADEMIA” nessa sexta-feira de novembro (25/11/2011),vi mulheres com braços tão grossos,e coxas tão grandes  que comparar com um Hulk não chega a ser exagero.
Parando de enrolar,quero compartilhar de minhas pesquisas,e conhecimento sobre o assunto,que no caso, é sobre suplementação,então vamos lá!!!

SUPLEMENTAÇÃO,ENTENDENDO SOBRE ASSUNTO
O conceito de suplementos alimentares começou a ser desenvolvido há cerca de cem anos quando Gowland Hopkins descreveu fatores alimentares acessórios como necessários ao crescimento e que deveriam ser adicionados ao que era considerado vital para se evitar doenças.
Atualmente, os suplementos são definidos como produtos usados com o propósito de suplementar a dieta normal.Provêm fontes concentradas de nutriente (vitaminas e minerais) ou outras substancias com efeito nutricional ou fisiológico,sozinhos ou combinados, vendidos em doses formuladas e feitos para serem usados em pequenas quantidades.
O crescente interesse em dieta e saúde tem estimulado o mercado dos suplementos alimentares. A oferta em lojas de alimentos e farmácias também tem crescido com vitaminas, minerais, óleos e demais produtos. A maioria deles pode ser adquirida sem prescrição, podendo causar danos à saúde.
Para as pessoas os suplementos podem fornecer nutrientes necessários às demandas elevadas pelo seu cotidiano(atividades no trabalho ou atividades esportivas). Bebidas, barras, refeições líquidas e suplementos de micronutrientes fazem parte de um plano alimentar prescrito para auxiliá-los a atingir suas necessidades especiais e em situações em que a alimentação habitual não consegue suprir (por exemplo:esportistas, vegetarianos , gestantes , idosos ou pessoas com insuficiência a lactose).
Os auxiliares nutricionais ergogênicos, produtos que prometem benefício direto e “suprafisiológico” para o rendimento no esporte, são os suplementos que parecem ser de maior apelo aos atletas. Esses produtos incluem megadoses de vitaminas e alguns minerais, aminoácidos livres, compostos de ervas, pólen de plantas, inosina, carnitina etc. Em geral, são pouco testados ou falharam em mostrar os resultados. A utilização dos mesmos deve ser cuidadosamente decidida pelo profissional de saúde que acompanha o atleta.


PRINCIPAIS SUPLEMENTOS PARA CONSTRUIR UM CORPO FORTE E SAUDAVEL
Precisando de um suplemento para dar aquele upgrade nos exercícios?Quais são os suplementos que podem fazer mal?E por que e como deve ser usados?
As respostas dessas perguntas você encontra aqui:

Barrados  na  mesa:
No  início  dos  anos  1980,  os  suplementos  à  base  de  carnitina, conhecidos  como fat  burners  (ou  queimadores  de  gordura), invadiram  as  academias.  A promessa  desse  aminoácido  era  levar  as  moléculas  de  gordura  para  o  interior  das células,  onde  seriam  incineradas  e  produziriam  energia.  Mas  essa  ação  não  foi comprovada e, portanto, a carnitina foi barrada pela Anvisa. O mesmo aconteceu com o ácido linoleico conjugado (CLA), que é o ômega 6 turbinado em laboratório. Contra esse produto pesou, ainda, a suspeita de sobrecarregar o fígado.

Promessas:
Entre  os  suplementos  que  podem  ajudar  na  perda  de  peso  e  ainda  são pouco  conhecidos  no  Brasil  estão  o  SAMe  e  aqueles  à  base  de  gugulsterona, componente  extraído  de  uma  planta  cultivada  na  Índia.  Segundo  o  endocrinologista Felippo  Pedrinola,  o  SAMe  é  comercializado  nos  Estados  Unidos  e  tem  como  princípio ativo  a  metionina,  um  aminoácido  que,  associado  a  alguns  antidepressivos,  tira  a ansiedade  e melhora  o  humor. Isso faz  dele  um  coadjuvante  da  dieta.  O  suplemento  à base  de  gugulsterona,  ainda  em  fase  de  estudos  lá  fora,  parece  inibir  as  enzimas  que ajudam a formar as moléculas de gordura no organismo.

Cafeína: uso polêmico:
É um  dos  principais  componentes  dos suplementos  conhecidos  nas  academias  como  termogênicos,  que  prometem  dar  mais pique  para  malhar  e  acelerar  o  emagrecimento.  Encontrada  em  vários  alimentos  (café, chá,  chocolate,  guaraná  em  pó,  refrigerante),  a  substância  entra  no  cardápio  de  quem quer  emagrecer  ou  ficar  mais  “ligado”  no  exercício.  Ao  estimular  o  sistema  nervoso,  a cafeína faz  com  que  algumas funções  do  organismo  (metabolismo,  por  exemplo)  sejam aceleradas. Também faz com que as glândulas supra-renais produzam mais adrenalina, que é despejada na corrente sanguínea, deixando o corpo todo em estado de alerta. Esse tipo  de  suplementação,  no  entanto,  tem  pouca  serventia  para  quem  bebe  café diariamente.  “Cerca  de  230  miligramas  de  cafeína  (equivalente  a  duas  xícaras  de  café expresso)  são  suficientes  para  estimular  o  sistema  nervoso”,  diz  a  nutricionista  Cibele Crispim. O problema de  substâncias excitantes  como a  cafeína é perder o efeito depois de um certo período de uso, exigindo um ajuste na dosagem – o que pode ser perigoso ou,  no  mínimo,  desconfortável.  “Estudos  realizados  na  Universidade  de  São  Paulo mostraram  que  uma  dose  alta  de  cafeína  provoca  aumento  dos  batimentos  cardíacos  e insônia”, diz Felippo Pedrinola, endocrinologista de São Paulo.
Whey protein:          

É um dos suplementos mais vendidos no país tanto para mulheres quanto para  homens.  À  base  de  proteína  do  soro  do  leite,  auxilia  na  construção  da  massa muscular  e  é  presença  certa  na  mochila  de  malhadoras  que  buscam  um  corpo  mais definido.
Uma medida tem entre 20 e 30 gramas de proteína, o equivalente a um queijo de minas de 250 gramas, só que livre de gordura. Quem malha pesado – faz um treino consistente de musculação por uma hora, por exemplo – pode consumir duas medidas do produto. Nunca mais do que isso. Consumido em excesso, o whey sobrecarrega os rins, pois precisam  trabalhar  dobrado  para  eliminar  as  substâncias  tóxicas  (amônia  e  uréia) produzidas pelo organismo. A recomendação diária de proteína varia entre 1,5 grama e 2 gramas por quilo corporal. Ou seja, uma mulher de 60 quilos precisa até 120 gramas. E essa medida pode ser facilmente atingida com o consumo de ovo, carne magra, queijo e leite desnatado e grãos  (soja, quinua, grão-de-bico). Outro motivo para não exagerar no whey: o  montante  de  proteína  que  não  é  utilizado  para  a  produção  dos  músculos  vira gordura. É a lei da natureza.

Barras  de  proteína:

É  a  versão  compacta  do  whey,  pronta  para  o  consumo.  Cada barrinha  concentra  entre  15  e  30  gramas  de  proteína.  Algumas  incluem  carboidrato, vitaminas e minerais. As barras menores, com cerca de 150 calorias, são uma boa opção de  lanche  rápido  depois  do  exercício.  O  excesso  desse  suplemento,  no  entanto,  pode provocar os mesmos problemas que o whey: rins sobrecarregados e peso extra.
Shakes de emagrecimento:

Assim como o whey protein, podem ser consumidos no lugar de uma refeição. “Para substituir o café da manhã ou o jantar, esses produtos devem ter entre 25% e 50% de proteína, além de  carboidrato e  vitaminas”, diz Euclésio Bragança, nutrólogo  e presidente  da Associação Brasileira  das Empresas  de Produtos Nutricionais (Abenutri). Alguns contêm fibras para ajudar na digestão.

Carboidrato:

Os  suplementos  à  base  desse  nutriente  são indicados  antes  da malhação pesada  ou  entre  duas  atividades  igualmente  intensas  (uma  hora  de  musculação  e  40 minutos de corrida, por exemplo). “A indicação varia de 10 a 20 gramas e, geralmente, na forma de gel por ser mais prático”, diz Alessandra Caviglia, nutricionista da academia Cia. Athletica, em São Paulo. O carboidrato é a principal fonte de energia do organismo, mas sempre  que  é  consumido  em  excesso  engorda.  Normalmente,  esse  nutriente  é  evitado por  quem  quer  emagrecer  e  consumido  para  quem já  atingiu  o  peso ideal  e praticam bastante atividade aeróbica.



Glutamina:
Esse aminoácido dá condição para o intestino absorver melhor os nutrientes essenciais, mesmo quando consumidos em pouca quantidade.  Por isso, é indicado  especialmente para  quem  se  alimenta  mal  e  vive  à  base  de  lanches  rápidos  e  pouco  nutritivos.  É também um grande  aliado  das  mulheres  que  fazem  dietas  restritivas.  A  dose  diária recomendada é de 5 gramas (uma colher de café), 20 minutos antes do café da manhã.

Creatina:
Composto de três aminoácidos – glicina, arginina e metionina  –,  é  atribuído  a  esse  suplemento  o  poder  de  retardar  a  fadiga  muscular  em atividades de alta intensidade, que pedem uma resposta imediata do corpo em um curto espaço  de tempo.  Em  outras  palavras,  essa  substância funciona  como  um  combustível importante para manter o músculo no batente em situações de esforço  rápido  (explosão muscular). É consumida  por adeptos de musculação  que têm  o objetivo de tirar maior proveito dos exercícios com sobrecarga. E, como retém  água  dentro  das  células  musculares,  também  é  um  recurso  para  dar  aquela “inflada”  no  corpo,  efeito  apreciado  pelos  adeptos  de  treinos pesados.  “Os  estudos mostram,  no  entanto,  que  a  creatina  é  capaz  de  ajudar  apenas  as  pessoas  que  não comem carne vermelha ou atletas como corredores de provas curtas, que necessitam de muita  explosão  muscular”,  diz  Cibele  Crispim,  nutricionista  da  RGNutri  Consultoria  de Nutrição,  em  São  Paulo.  O  consumo  diário  indicado  varia  de  3  a  5  gramas.  Para conseguir  essa  mesma  quantidade  de  creatina  na  carne  vermelha,  principal  fonte  do nutriente, é necessário comer pelo menos 1 quilo do alimento, o equivalente a cerca de dez bifes. O que se torna praticamente impossível, especialmente se a idéia é enxugar as gordurinhas.

BCAA :
Suplemento à base de três aminoácidos essenciais  (leucina, isoleucina e valina), que formam as proteínas e são produzidos pelo organismo. O consumo de até 2 gramas (duas  cápsulas)  geralmente  é  feito  logo  após  a  malhação  pesada,  com  o  objetivo  de auxiliar no processo de construção da massa muscular. Esse produto, no entanto, está na mira da Anvisa sob suspeita de não entregar o que promete.  “Os estudos têm mostrado que essa substância só funciona para quem pratica atividades que provocam um grande desgaste físico, como maratona”, diz a nutricionista Alessandra Caviglia.

LA:
À base de ácido linoléico  (ou ômega 6), encontrado no azeite, no óleo de girassol e em outros alimentos –, é indicado para quem faz dieta com muita restrição de gordura. O suplemento ajuda a garantir o estoque necessário desse nutriente (importante para o bom funcionamento do organismo), com a vantagem de ser considerada uma gordura do bem. A  recomendação  diária  é  de  uma  cápsula  de  LA,  que  tem  a  mesma  quantidade  da gordura encontrada em uma colher de sobremesa de azeite.

Colágeno :
É um tipo  de  proteína  que  dá  sustentação  à  pele,  além  de  participar  na formação  das  fibras  capilares.  Os suplementos  à  base  de  colágeno  são  procurados especialmente por mulheres que querem evitar a flacidez, comum quando se perde muito peso em pouco tempo. A indicação é de 6 gramas, três vezes ao dia, ou um sache (cerca de 10 gramas de colágeno) diluído em água ou suco.
Fonte : http://cantonutricao.blogspot.com.br/2011/11/suplementacao.html

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