Trazendo aqui
mais um assunto interessante,ao meu ver,hoje em dia tem um grande número de
adeptos de academias e não é só o homem que utiliza da academia para ficar em
forma,mas também as mulheres.
Impressionado, eu fico,cada vez mais com as
mulheres que freqüentam as academias,nas inscrições para o campeonato cearense
realizada pela “PODIUM ACADEMIA” nessa sexta-feira de novembro (25/11/2011),vi
mulheres com braços tão grossos,e coxas tão grandes que comparar com um Hulk não chega a ser
exagero.
Parando de
enrolar,quero compartilhar de minhas pesquisas,e conhecimento sobre o
assunto,que no caso, é sobre suplementação,então vamos lá!!!
SUPLEMENTAÇÃO,ENTENDENDO SOBRE ASSUNTO
O conceito de
suplementos alimentares começou a ser desenvolvido há cerca de cem anos quando
Gowland Hopkins descreveu fatores alimentares acessórios como necessários ao crescimento
e que deveriam ser adicionados ao que era considerado vital para se evitar
doenças.
Atualmente, os
suplementos são definidos como produtos usados com o propósito de suplementar a
dieta normal.Provêm fontes concentradas de nutriente (vitaminas e minerais) ou
outras substancias com efeito nutricional ou fisiológico,sozinhos ou
combinados, vendidos em doses formuladas e feitos para serem usados em pequenas
quantidades.
O crescente
interesse em dieta e saúde tem estimulado o mercado dos suplementos alimentares.
A oferta em lojas de alimentos e farmácias também tem crescido com vitaminas, minerais,
óleos e demais produtos. A maioria deles pode ser adquirida sem prescrição,
podendo causar danos à saúde.
Para as
pessoas os suplementos podem fornecer nutrientes necessários às demandas
elevadas pelo seu cotidiano(atividades no trabalho ou atividades esportivas).
Bebidas, barras, refeições líquidas e suplementos de micronutrientes fazem
parte de um plano alimentar prescrito para auxiliá-los a atingir suas
necessidades especiais e em situações em que a alimentação habitual não consegue
suprir (por exemplo:esportistas, vegetarianos , gestantes , idosos ou pessoas
com insuficiência a lactose).
Os auxiliares
nutricionais ergogênicos, produtos que prometem benefício direto e “suprafisiológico”
para o rendimento no esporte, são os suplementos que parecem ser de maior apelo
aos atletas. Esses produtos incluem megadoses de vitaminas e alguns minerais, aminoácidos
livres, compostos de ervas, pólen de plantas, inosina, carnitina etc. Em geral,
são pouco testados ou falharam em mostrar os resultados. A utilização dos
mesmos deve ser cuidadosamente decidida pelo profissional de saúde que
acompanha o atleta.
É um dos suplementos mais vendidos no país tanto para mulheres quanto para homens. À base de proteína do soro do leite, auxilia na construção da massa muscular e é presença certa na mochila de malhadoras que buscam um corpo mais definido. Uma medida tem entre 20 e 30 gramas de proteína, o equivalente a um queijo de minas de 250 gramas, só que livre de gordura. Quem malha pesado – faz um treino consistente de musculação por uma hora, por exemplo – pode consumir duas medidas do produto. Nunca mais do que isso. Consumido em excesso, o whey sobrecarrega os rins, pois precisam trabalhar dobrado para eliminar as substâncias tóxicas (amônia e uréia) produzidas pelo organismo. A recomendação diária de proteína varia entre 1,5 grama e 2 gramas por quilo corporal. Ou seja, uma mulher de 60 quilos precisa até 120 gramas. E essa medida pode ser facilmente atingida com o consumo de ovo, carne magra, queijo e leite desnatado e grãos (soja, quinua, grão-de-bico). Outro motivo para não exagerar no whey: o montante de proteína que não é utilizado para a produção dos músculos vira gordura. É a lei da natureza.
É a versão compacta do whey, pronta para o consumo. Cada barrinha concentra entre 15 e 30 gramas de proteína. Algumas incluem carboidrato, vitaminas e minerais. As barras menores, com cerca de 150 calorias, são uma boa opção de lanche rápido depois do exercício. O excesso desse suplemento, no entanto, pode provocar os mesmos problemas que o whey: rins sobrecarregados e peso extra.
Assim como o whey protein, podem ser consumidos no lugar de uma refeição. “Para substituir o café da manhã ou o jantar, esses produtos devem ter entre 25% e 50% de proteína, além de carboidrato e vitaminas”, diz Euclésio Bragança, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri). Alguns contêm fibras para ajudar na digestão.
Carboidrato:
Os suplementos à base desse nutriente são indicados antes da malhação pesada ou entre duas atividades igualmente intensas (uma hora de musculação e 40 minutos de corrida, por exemplo). “A indicação varia de 10 a 20 gramas e, geralmente, na forma de gel por ser mais prático”, diz Alessandra Caviglia, nutricionista da academia Cia. Athletica, em São Paulo. O carboidrato é a principal fonte de energia do organismo, mas sempre que é consumido em excesso engorda. Normalmente, esse nutriente é evitado por quem quer emagrecer e consumido para quem já atingiu o peso ideal e praticam bastante atividade aeróbica.
PRINCIPAIS SUPLEMENTOS PARA CONSTRUIR UM CORPO FORTE E SAUDAVEL
Precisando de
um suplemento para dar aquele upgrade nos exercícios?Quais são os suplementos que
podem fazer mal?E por que e como deve ser usados?
As respostas
dessas perguntas você encontra aqui:
Barrados
na mesa:
No
início dos anos
1980, os suplementos
à base de
carnitina, conhecidos como
fat burners (ou
queimadores de gordura), invadiram as
academias. A promessa desse
aminoácido era levar
as moléculas de gordura para
o interior das células,
onde seriam incineradas
e produziriam energia.
Mas essa ação
não foi comprovada e, portanto, a
carnitina foi barrada pela Anvisa. O mesmo aconteceu com o ácido linoleico
conjugado (CLA), que é o ômega 6 turbinado em laboratório. Contra esse produto
pesou, ainda, a suspeita de sobrecarregar o fígado.
Promessas:
Entre os
suplementos que podem
ajudar na perda
de peso e
ainda são pouco conhecidos
no Brasil estão
o SAMe e
aqueles à base
de gugulsterona, componente extraído
de uma planta
cultivada na Índia.
Segundo o endocrinologista Felippo Pedrinola,
o SAMe é
comercializado nos Estados
Unidos e tem
como princípio ativo a
metionina, um aminoácido
que, associado a
alguns antidepressivos, tira a
ansiedade e melhora o
humor. Isso faz dele um
coadjuvante da dieta.
O suplemento à base
de gugulsterona, ainda
em fase de
estudos lá fora,
parece inibir as
enzimas que ajudam a formar as
moléculas de gordura no organismo.
Cafeína: uso polêmico:
É um dos
principais componentes dos suplementos conhecidos
nas academias como
termogênicos, que prometem
dar mais pique para
malhar e acelerar
o emagrecimento. Encontrada
em vários alimentos
(café, chá, chocolate, guaraná
em pó, refrigerante), a
substância entra no
cardápio de quem quer
emagrecer ou ficar
mais “ligado” no
exercício. Ao estimular
o sistema nervoso,
a cafeína faz com que
algumas funções do organismo
(metabolismo, por exemplo)
sejam aceleradas. Também faz com que as glândulas supra-renais produzam
mais adrenalina, que é despejada na corrente sanguínea, deixando o corpo todo
em estado de alerta. Esse tipo de suplementação, no
entanto, tem pouca
serventia para quem
bebe café diariamente. “Cerca
de 230 miligramas
de cafeína (equivalente
a duas xícaras
de café expresso) são
suficientes para estimular
o sistema nervoso”,
diz a nutricionista
Cibele Crispim. O problema de
substâncias excitantes como
a cafeína é perder o efeito depois de um
certo período de uso, exigindo um ajuste na dosagem – o que pode ser perigoso ou, no
mínimo, desconfortável. “Estudos
realizados na Universidade
de São Paulo mostraram que
uma dose alta de
cafeína provoca aumento
dos batimentos cardíacos
e insônia”, diz Felippo Pedrinola, endocrinologista de São Paulo.
Whey protein:
É um dos suplementos mais vendidos no país tanto para mulheres quanto para homens. À base de proteína do soro do leite, auxilia na construção da massa muscular e é presença certa na mochila de malhadoras que buscam um corpo mais definido. Uma medida tem entre 20 e 30 gramas de proteína, o equivalente a um queijo de minas de 250 gramas, só que livre de gordura. Quem malha pesado – faz um treino consistente de musculação por uma hora, por exemplo – pode consumir duas medidas do produto. Nunca mais do que isso. Consumido em excesso, o whey sobrecarrega os rins, pois precisam trabalhar dobrado para eliminar as substâncias tóxicas (amônia e uréia) produzidas pelo organismo. A recomendação diária de proteína varia entre 1,5 grama e 2 gramas por quilo corporal. Ou seja, uma mulher de 60 quilos precisa até 120 gramas. E essa medida pode ser facilmente atingida com o consumo de ovo, carne magra, queijo e leite desnatado e grãos (soja, quinua, grão-de-bico). Outro motivo para não exagerar no whey: o montante de proteína que não é utilizado para a produção dos músculos vira gordura. É a lei da natureza.
Barras
de proteína:
É a versão compacta do whey, pronta para o consumo. Cada barrinha concentra entre 15 e 30 gramas de proteína. Algumas incluem carboidrato, vitaminas e minerais. As barras menores, com cerca de 150 calorias, são uma boa opção de lanche rápido depois do exercício. O excesso desse suplemento, no entanto, pode provocar os mesmos problemas que o whey: rins sobrecarregados e peso extra.
Shakes de emagrecimento:
Assim como o whey protein, podem ser consumidos no lugar de uma refeição. “Para substituir o café da manhã ou o jantar, esses produtos devem ter entre 25% e 50% de proteína, além de carboidrato e vitaminas”, diz Euclésio Bragança, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri). Alguns contêm fibras para ajudar na digestão.
Carboidrato:
Os suplementos à base desse nutriente são indicados antes da malhação pesada ou entre duas atividades igualmente intensas (uma hora de musculação e 40 minutos de corrida, por exemplo). “A indicação varia de 10 a 20 gramas e, geralmente, na forma de gel por ser mais prático”, diz Alessandra Caviglia, nutricionista da academia Cia. Athletica, em São Paulo. O carboidrato é a principal fonte de energia do organismo, mas sempre que é consumido em excesso engorda. Normalmente, esse nutriente é evitado por quem quer emagrecer e consumido para quem já atingiu o peso ideal e praticam bastante atividade aeróbica.
Glutamina:
Esse
aminoácido dá condição para o intestino absorver melhor os nutrientes
essenciais, mesmo quando consumidos em pouca quantidade. Por isso, é indicado especialmente para quem se
alimenta mal e
vive à base
de lanches rápidos
e pouco nutritivos.
É também um grande aliado das
mulheres que fazem
dietas restritivas. A
dose diária recomendada é de 5
gramas (uma colher de café), 20 minutos antes do café da manhã.
Creatina:
Composto de
três aminoácidos – glicina, arginina e metionina –,
é atribuído a esse suplemento
o poder de
retardar a fadiga
muscular em atividades de alta
intensidade, que pedem uma resposta imediata do corpo em um curto espaço de tempo.
Em outras palavras,
essa substância funciona como
um combustível importante para
manter o músculo no batente em situações de esforço rápido
(explosão muscular). É consumida
por adeptos de musculação que
têm o objetivo de tirar maior proveito
dos exercícios com sobrecarga. E, como retém
água dentro das
células musculares, também
é um recurso
para dar aquela “inflada” no corpo,
efeito apreciado pelos
adeptos de treinos pesados. “Os
estudos mostram, no entanto,
que a creatina
é capaz de
ajudar apenas as
pessoas que não comem carne vermelha ou atletas como
corredores de provas curtas, que necessitam de muita explosão
muscular”, diz Cibele
Crispim, nutricionista da
RGNutri Consultoria de Nutrição,
em São Paulo.
O consumo diário
indicado varia de
3 a 5
gramas. Para conseguir essa
mesma quantidade de
creatina na carne
vermelha, principal fonte
do nutriente, é necessário comer pelo menos 1 quilo do alimento, o
equivalente a cerca de dez bifes. O que se torna praticamente impossível,
especialmente se a idéia é enxugar as gordurinhas.
BCAA :
Suplemento à
base de três aminoácidos essenciais
(leucina, isoleucina e valina), que formam as proteínas e são produzidos
pelo organismo. O consumo de até 2 gramas (duas
cápsulas) geralmente é
feito logo após
a malhação pesada,
com o objetivo
de auxiliar no processo de construção da massa muscular. Esse produto,
no entanto, está na mira da Anvisa sob suspeita de não entregar o que
promete. “Os estudos têm mostrado que
essa substância só funciona para quem pratica atividades que provocam um grande
desgaste físico, como maratona”, diz a nutricionista Alessandra Caviglia.
LA:
À base de
ácido linoléico (ou ômega 6), encontrado
no azeite, no óleo de girassol e em outros alimentos –, é indicado para quem
faz dieta com muita restrição de gordura. O suplemento ajuda a garantir o
estoque necessário desse nutriente (importante para o bom funcionamento do
organismo), com a vantagem de ser considerada uma gordura do bem. A recomendação
diária é de uma cápsula
de LA, que
tem a mesma
quantidade da gordura encontrada
em uma colher de sobremesa de azeite.
Colágeno :
É um tipo de
proteína que dá
sustentação à pele,
além de participar
na formação das fibras
capilares. Os suplementos à
base de colágeno
são procurados especialmente por
mulheres que querem evitar a flacidez, comum quando se perde muito peso em
pouco tempo. A indicação é de 6 gramas, três vezes ao dia, ou um sache (cerca de
10 gramas de colágeno) diluído em água ou suco.
Fonte : http://cantonutricao.blogspot.com.br/2011/11/suplementacao.html
Fonte : http://cantonutricao.blogspot.com.br/2011/11/suplementacao.html





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